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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

A Ponte do Sol XVII

Olá mais uma vez. Tenho de vos confessar uma coisa... Já há algum tempo que ando a achar que esta história descambou... Não sei... Algures aqui pelo meio acho que se tornou demasiado rebuscada e sem nexo. Mas como não sou de deixar coisas a meio, decidi ir até ao fim! Portanto, aqui fica mais um bocadinho. E desculpem demorar tanto tempo a postar , mas o motive é mesmo este que acabei de referir. Já não estou a gostar muito disto... Mas em fim, talvez seja só uma crise literária.

 

Continuação...

 

À sua frente estava  o maior tesouro que já alguma vez tinham visto. Desde estátuas gigantescas em ouro, a pratos, copos jóias, todo um sem número de artefactos esplendorosos.

- Parece que nem tão cedo deixas o Egipto,Leonor. Comentou Raúl, rindo. - Tens aqui muito que catalogar. Leonor continuava de boca aberta a contemplar aquela imensidão. Por momentos esquecera que estava presa naquela pirâmide sem fim. MAs depressa recuperou e tratou delembrar Raúl

 

*

 

Leonor estava a contar a Clara o que se tinha passado e a amiga nem queria acreditar. Leonor ia secando o cabelo com uma toalha macia, enquanto ia falando. Nunca um banho e um roupão lhe tinham sabido tão bem. Bateram à porta, Clara abriu e entraram os seus dois amigos em tropel, a quererem saber tudo o que se tinha passado. Acabaram por lanchar todos juntos e passaram o resto da tarde na conversa. Já passava das 20:00h quando o telefone tocou. Leonor atendeu.

- Fala da Recepção. Tenho uma chamada do Sr. Raúl em linha, posso passa-la?

- Concerteza...

- Olá minha princesa! Leonor sorriu ao ouvir aquela voz quente e cheia de amor.

- Será que estás disponível para jantar com este aventureiro que andou perdido mas que encontrou a pedra mais preciosa e com ela o caminho para a felicidade?

- Claro que sim! Estás a onde?!

- À tua porta... Leonor abriu a porta do quarto e caíram os dois nos braços um do outro.

Saíram pela noite fora, de mãos dadas sem rumo. Foram pelo mercado onde havia muitas barraquinhas de comida e foram petiscando aqui e ali, brincando, rindo, emanando felicidade. Definitivamente, tinham sido feitos um para o outro. Acabaram a noite à beira do rio Nilo. A lua estava enorme e iluminava o rio com todo o seu esplendor.

- Este sitio faz-me lembrar a primeira vez que nos beijamos! Sussurrou Raúl; e deram um beijo longo, cheio de carícias e paixão. Continuaram a passear pelo rio, namorando. Mas a paixão que os unia estava atornar-se demasiado intensa. Raúl chamou um táxi, até porque já era muito tarde. O táxi deixou-os à porta do hotel de Raúl. Entraram e ainda ficarm um pouco no bar a tomar um bom vinho tinto, mas depressa subiram, pedindo ao empregado para levar a garrafa até ao quarto.

O quarto era magnífico: tinha uma cama de tamanho kingsize com dossel. A colcha era de cetim dourado e por todo o lado haviam objectos alusivos à cultura egípcia. Parecia um quarto de reis.

Quando o empregado fecho a porta atrás de si, Raúl agarrou Leonor pela cintura, apanhando-a desprevenida e começou a beijar-lhe o pescoço, subindo até à sua orelha. Os beijos foram aumentando de intenssidade, À medida que as suas mãos percorriam os seus corpos em carícias mais ousadas. Raúl pegou-lhe ao colo e deitou-a suavemente sobre acama, observando a sua beleza. Lentamente, deixaram envolver-se um no outro e libertaram a paixão oprimida durante tantos meses...

 

Continua...

sinto-me: o final aproxima-se...
publicado por _^ANGIE^_ às 10:34
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

A Ponte do Sol XVI

Só para justificar a minha prolongada ausência, fiquem a saber que ficou a dever-se aquilo que penso poder chamar de "crise literária".Acontece que a minha história caiu naquele ponto que quanto a mim roça um bocadinho o ridiculo e não sei como recuperar o interesse. No entanto, decidi postar na mesma, por minha própria conta e risco. Se parecer parvo, é pá dêm o desconto, porque foi para isso que me deu na altura... E pronto! Era só isto que queria dizer. Enjoy it...

 

Continuação...


- Estás a falar a sério?! Leonor olhava-o apavorada e incrédula.

- Eu salto primeiro e depois vais tu.

- eu não quero ficar aqui sozinha...

- Vá Leonor, coragem! Encostou-se à parede e correu para tomar balanço e ao chegar ao fim da prancha saltou... Sentiu-se elevar no ar e em vês de começar a cair, sentiu uma lufada de ar que o fazia pairar, acabando por aterrar num chão duro e frio.

- Anda Leonor! É seguro e é fácil! Só tens que tomar balanço, é seguro. Curiosamente contactou ue Leonor não o conseguia ouvir. O ar que o elevara devia criar uma barreira sonora. Também não conseguia vê-la, mas depressa compreendeuporquê, Havia um compexo conjunto de espelhos que estratégicamente dispostos, ocultavam a outra margem.

Do outro lado Leonor chamava histericamente por Raúl, embora não obtendo qualquer resposta. Tinha-o visto deaparecer, tal como a pedra, e nunca mais o ouvira ou vira. Entrou novamente em pânico e desolada deixou-se cair no chão lavada em lágrimas. Mas depressa secou as lágrimas e pensou que se Raúl tinha morrido, ela ia para junto dele. Correu loucamente e saltou, também ela elevando-se no ar... Raúl ainda estava a tentar perceber o que raio se estava a passar, quando viu Leonor surgir do nada.

- Leonor! Correu para ela abraçando-a e beijando-a desesperadamente. Foi então que pararam e olharam em seu redor. Havia uma tocha acesa.

- Raúl! Como épossivel aquela tocha estar acesa?

- Não sei... Pegou na tocha e viu uma taça com umlíquido escuro. Cheirou-lhe a petróleo. Também a tocha cheirava ao mesmo. Ateou fogo à taça. Depressa o fogo foi alastrando, abrindo caminho por um carreiro próprio, iluminando aquilo que os seus olhos demoraram a transmitir ao cérebro. Era incrivel... Nunca tinham visto nada assim.


Continua...

sinto-me: hei-de chegar ao fim
publicado por _^ANGIE^_ às 09:49
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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

A Ponte do Sol XIII

Continuação...

 

Na manhã seguinte quando chegou ao museu, veio a D. Simone, uma senhora baixinha e roliça, sempre com um ar ofegante e muito cansado, tercom ela, com ar de quem tinha acabado de correr uma maratona inteira.

- Menina Leonor! Ainda bem que a encontro. Preciso que vá à cidade de Siwa. Descobriram lá novos artefactos e têm que ser rapidamente inventariados antes que comecem a estraviar-se.

- Tudo bem! Diga-me só o que preciso de fazer...

*

A viagem até Siwa correu bem, à parte das estradas esburacadas e do pó constante. Quando chegou, avistou um buraco enorme com dezenas de pessoas lá dentro com pincelinhos e outras ferramentinhas a escavarem aquilo, que à primeira vista parecia um templo muito antigo. Leonor ficou extasiada. Era lindo! Pegou na sua máquina fotográfica e tirou algumas fotografias. Depois dirigiu-se à tenda onde deveria estar a pessoa responsável pelas escavações.

-Com licença! Eu gostaria de falar com a pessoa responsável. Venho da parte do museu. Um homem alto com a pele excessivamente bronzeada de estar horas e horas sob aquele sol abrazador, puxou de um walkie-talkie e chamou:

-Hi Boss! I need you in tend. One lady want talk to you!   O inglês era muito carregado e pouco correcto. Leonor aguardou sentada num pequeno banco que o homem lhe indicara para logo depois desaparecer. A cortina da tenda abriu-se e surgiu um homem alto e moreno com uns típicos calções, colete e chapéu "coronel tapioca". Parecia uma cena tirada de um filme. Leonor sorriu-lhe, mas o seu sorriso desvaneceu-se quando descobriu por trás daquela barba de alguns dias, o homem que fazia o seu coração bater mais forte.

- Ah! Foi a ti que o museu enviou?! Muito bem, se quiseres podes seguir-me. Leonor ficou sem reacção e limitou-se a seguir-lhe os passos. Embrenharam-se na escuridão do templo e lá dentro equiparam-se com os cintos protectores, capacetes, lanternas, cordas e afins. Estava escuro como breu Leonor seguiu-o até uma antecâmara onde se encontravam centenas de estatuetas, potes e até algumas jóias. Era magnífico.

- Há mais ou é só isto?!

- Ainda não explorámos tudo. Ainda há muitas salas ocultas e outras que ainda não tive oportunidade de lá chegar.

- Achas que me podias mostrar?! É a primeira vez que estou numa escavação. Gostava muito de saber quais são os procedimentos.

- Muito bem! MAs não tocas em nada e fazes exactamente aquilo que eu te disser...

- Claro, concerteza! Fica descansado. e seguiram os dois por aquela escuridão. Esventrando com a luz dos capacetes aqueles corredores e câmaras escuros.

 

Continua...

publicado por _^ANGIE^_ às 11:20
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

A Ponte do Sol II

Ora aqui fica mais uma parte desta minha humilde contribuição. Peço que dêm um desconto, porque há muito tempo que não escrevo. Às vezes parece que está tudo muito lamechas, outras que está a andar muito depressa, outras devagar de mais. Pronto, não liguem. eu sou muito autcritica e estou sempre com receio de não gostarem. Mas decidi publicar até ao fim. Beijocas e boa leitura.

 

Continuação...


Sentaram-se no bar e o resto da conversa passou-se acerca de pequenas trivialidades estudantis. Leonor só tinha aulas até ao meio-dia e tinha de aproveitar a tarde para fazer pesquisa na biblioteca. Às 21:00h tinha de estar no bar onde trabalhava para pagar a faculdade e a renda da casa.

Nas aulas seguintes fez um esforço enorme para não adormecer; comeu qualquer coisa e seguiu para a biblioteca. Estava ela absorta no meio das prateleiras dos livros a tentar encontrar os que precisava, quando alguém lhe deu um valente encontrão e Leonor viu-se, derrepente, no meio do chão e com vários livros espalhados à sua volta. Ainda stava a tentar perceber o que se tinha passado quando viu uma mão estendida na sua direcção e uma voz lá ao fundo que balbuciava um pedido de desculpas muito aflito. Agarrou a mão e quando olhou para ver quem a estava a segurar, deu de caras com o professor Raul e quase caiu de novo, largando a sua mão muito depressa.

- Desculpa Leonor, magoei-te?! estás bem ?! Leonor! Leonor, estás a ouvir-me? Perguntou Raul umpouco aflito.

- Sim, sim Sr. Professor, estou bem nõ se preocupe.

- Mas preisas de alguma coisa?!

-Não, não, estou bem obrigada.

-Desculpa, mais uma vez. Não te vi. O qua andas aqui a fazer?

A sobrancelja de Leonor arqueou-se como quando algo lhe estava a fazer confusão...

- Estou a fazer pesquisa para o seu trabalho...

- Ah, sim!?! O teu trabalho é sobre as várias cosmogonias egipcias*, certo? É um tema muito interessante, se quiseres posso aconselhar-te sobre alguns livros muito bons.

Leonor estava boquiaberta e sem palavras. Aquele homem que estava ali, não podia ser o mesmo Professor Raúl que ela conhecia... Este era um homem muito simpático, amável e prestável. Não! Não podia ser o mesmo... Com a pancada devia ter desmaiado e estar a sonhar...


* Cosmogonias - teorias da criação do universo.

 

Continua...

sinto-me: espectante
publicado por _^ANGIE^_ às 11:00
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