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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

A Ponte do Sol V

A música estava agora mais alta. A partir da meia noite, a noite lisboeta ganhava outra vida.

- Adeus pessoal! Despediu-se Leonor!

Raúl estava à sua espera, sentado ao balcão.

- Queres ficar aqui ou queres ir a outro sítio?

- Estou cheia de fome. Apetecia-me mesmo era comer um cachorro. Pode ser?

- Claro! Também já comia qualquer coisa. Caminharam ao longo do rio Tejo. A noite estava quente mas soprava uma brisa agradavel.

- Olha ali! O Sr. jorge tem os melhores cachorros do Tejo. disse Leonor correndo para a barraca. Pediu o maior e o com tudo o que tinha direito. Raúl seguiu-lhe o exemplo. é sempre divertido comer cachorros, mais que não seja porque é uma luta constante a tentar que nada caia.

Continuaram a passear à beira rio. Estar na companhia de Raúl era muito agradável.

- Ah! Bolas!

- O que foi?! Perguntou Raúl.

- O metro fecha agora. Não tenho como ir para casa.

- Não te preocupes que eu levo-te...

- Não, não! ão quero incomodar.

- Não é incómodo nenhum. Não se fala mais nisso. Chegaram a um caiseLeonor sentou-se na vedação. Tinha a lua por trás e Raúl estava extasiado.

- Tu és linda, sabias?! Mesmo estando escuro conseguiu vê-la corar. Leonor apenas sorriu e baixou os olhos...

- Professor Raúl...

- Ját e disse para mechamares apenas Raúl! E dito isto aproximou-se mais um pouco.  Quando Leonor levantou a cabeça conseguia sentir a sua respiração perto de si. Começou a sentir um tremor a percorrer-lhe o corpo e todo o seu ser ansiava por aquele toque.

Raúl aproximou-se e tocou com o seu nariz no dela. Sorriu e deu-lhe um beijo doce no canti da boca. Mas ele queria mais. Precisava de mais... Há tanto tempo que desejava aquele momento. Então, segurando o rosto de Leonor entre as suas mãos, deu-lhe um beijo quente, ardente e cheio de paixão...

 

*

 

Raúl deixou-a em casa, despedindo-se com umnovo beijo.

- Obrigada por esta noite Leonor, foi muito agradável.

- Eu também gostei muito. Adeus! E saiu do carro. Começava a invadi-la um sentimento estranho. Por um lado, sentia-se feliz, por outro, nada daquilo fazia sentido. ainda nessa manhã o odiava, era apenas um professor "idiota" que estava sempre a imbirrar come ela e agora aquele homem super carinhoso e atraente. Não! Aquilo parecia um sonho. Contudo, afastou os pensamentos ruins e deitou-se com um sorriso nos lábios, revivendo cada instante daquela noite fugaz.

publicado por _^ANGIE^_ às 10:49
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2 comentários:
De jabeiteslp a 14 de Outubro de 2008 às 17:20

adolescencia
amor
e sempre no ar
o melhor da vida
amar

dos calhaus da Covilhã
um bom dia
no prazer de te ler
bjo
De Just_Smile a 14 de Outubro de 2008 às 19:40
Ai que charme que esse Raúl deve ser^^
Até que ela tem razão, num só dia conseguiu odiá-lo e começar a sentir algo por ele, é normal ela começar a ficar confusa.
É mesmo gira a história e gosto mesmo muito da maneira como escreves, parabéns e continua a escrever que eu com certeza que continuarei a ler^^
Beijinhos querida

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