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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

A Ponte do Sol XVI

Só para justificar a minha prolongada ausência, fiquem a saber que ficou a dever-se aquilo que penso poder chamar de "crise literária".Acontece que a minha história caiu naquele ponto que quanto a mim roça um bocadinho o ridiculo e não sei como recuperar o interesse. No entanto, decidi postar na mesma, por minha própria conta e risco. Se parecer parvo, é pá dêm o desconto, porque foi para isso que me deu na altura... E pronto! Era só isto que queria dizer. Enjoy it...

 

Continuação...


- Estás a falar a sério?! Leonor olhava-o apavorada e incrédula.

- Eu salto primeiro e depois vais tu.

- eu não quero ficar aqui sozinha...

- Vá Leonor, coragem! Encostou-se à parede e correu para tomar balanço e ao chegar ao fim da prancha saltou... Sentiu-se elevar no ar e em vês de começar a cair, sentiu uma lufada de ar que o fazia pairar, acabando por aterrar num chão duro e frio.

- Anda Leonor! É seguro e é fácil! Só tens que tomar balanço, é seguro. Curiosamente contactou ue Leonor não o conseguia ouvir. O ar que o elevara devia criar uma barreira sonora. Também não conseguia vê-la, mas depressa compreendeuporquê, Havia um compexo conjunto de espelhos que estratégicamente dispostos, ocultavam a outra margem.

Do outro lado Leonor chamava histericamente por Raúl, embora não obtendo qualquer resposta. Tinha-o visto deaparecer, tal como a pedra, e nunca mais o ouvira ou vira. Entrou novamente em pânico e desolada deixou-se cair no chão lavada em lágrimas. Mas depressa secou as lágrimas e pensou que se Raúl tinha morrido, ela ia para junto dele. Correu loucamente e saltou, também ela elevando-se no ar... Raúl ainda estava a tentar perceber o que raio se estava a passar, quando viu Leonor surgir do nada.

- Leonor! Correu para ela abraçando-a e beijando-a desesperadamente. Foi então que pararam e olharam em seu redor. Havia uma tocha acesa.

- Raúl! Como épossivel aquela tocha estar acesa?

- Não sei... Pegou na tocha e viu uma taça com umlíquido escuro. Cheirou-lhe a petróleo. Também a tocha cheirava ao mesmo. Ateou fogo à taça. Depressa o fogo foi alastrando, abrindo caminho por um carreiro próprio, iluminando aquilo que os seus olhos demoraram a transmitir ao cérebro. Era incrivel... Nunca tinham visto nada assim.


Continua...

sinto-me: hei-de chegar ao fim
publicado por _^ANGIE^_ às 09:49
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